Profissionais dão dicas para equilibrar os nutrientes no sanduíche e no bufê.
Mais vagas ocupadas no mercado de trabalho, mais renda, menos tempo disponível, menos qualidade na alimentação. É o que se pode concluir a partir de dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre o consumo alimentar dos brasileiros: além de comer mais arroz e feijão do que os que têm salários mais altos, pessoas com renda de até R$ 296 comem o dobro de batata-doce e a metade de batata frita que os brasileiros com renda superior a R$ 1.089.
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